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Um em cada três pedidos de crédito para empreender é feito por pessoas com renda entre R$ 1.500 e R$ 3 mil

Homem, pertencente às gerações Y e Z, com renda mensal entre R$1.500 e R$3.000 e sem carteira assinada e nem diploma universitário. Esse é o perfil do microempreendedor brasileiro, de acordo com levantamento realizado pela Simplic (https://www.simplic.com.br/emprestimo), primeira plataforma de crédito 100% digital do Brasil, que ouviu mais de 223 mil pessoas que procuraram crédito com o intuito de empreender.

Segundo o levantamento, um em cada três pedidos de crédito realizados com o intuito de empreender é feito por pessoas com renda entre R$ 1.500 e R$ 3 mil e idade média de 24 e 28 anos. Na comparação entre gêneros, o homem é maioria, mas por pequena margem: 52% contra 48% de mulheres microempreendedoras.

Quando o assunto é educação, o diploma universitário não representa um diferencial no perfil do microempreendedor brasileiro, de acordo com o levantamento. Isso porque menos de 10% dos brasileiros com formação acadêmica buscaram empréstimos para começar ou investir em um negócio próprio. “O que chama atenção é que este é o menor índice percentual entre todos os níveis educacionais, atrás dos empreendedores com ensino fundamental (14,27%), ensino médio incompleto (14,15%), sem educação formal (12,35%) e com ensino médio completo (12,28%)”, afirma o Head de Marketing da Simplic, Bruno Borges.

Renda e empreendedorismo

A questão da renda tem impacto limitado na decisão de empreender do brasileiro, sendo o vínculo formal de emprego um fator mais importante. Segundo o Mapeamento Simplic do Crédito Online, apenas 7% dos pedidos de pessoas com carteira assinada tiveram esse fim, contra 17% de pessoas com vínculo informal e 22% de autônomos. O resultado é que, a cada um pedido feito por pessoa com vínculo formal de emprego para começar um novo negócio, a plataforma recebe duas de pessoas sem carteira CLT ou com trabalho informal.

“Reunindo os recortes de educação e renda, fica claro que o incentivo para empreender no Brasil ainda tem muito a ver com necessidade e não tanto com oportunidade. Quando conta com a segurança de uma renda fixa, por exemplo, o brasileiro tende a pensar menos em começar um negócio próprio e só procura crédito quando surgem outras questões, como dívidas, por exemplo”, analisa Bruno.

 Nordeste empreendedor

De todos os pedidos de empréstimo feitos para empreender, 49% vieram da região sudeste e 25% da região nordeste do País. Entretanto, quando analisada a proporção de pedidos para começar novos negócios dentro de cada parte do País, a situação muda.

“A região sudeste é responsável por quase 60% de todos os pedidos da Simplic. Logo, não chega a ser uma surpresa que, em números absolutos, a maior parte das solicitações de empréstimo para qualquer fim esteja concentrada lá. Entretanto, quando analisamos as motivações dentro de cada região, o cenário muda: de todos os pedidos da região sudeste, apenas 11% foram feitos com o objetivo de empreender, sendo que a média nacional é 12%. Já na região Nordeste, 21% de todos os seus pedidos foram feitos para começar um negócio próprio”, afirma o gerente de Marketing da plataforma. Leia a revista

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