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Muito além da segurança



A tecnologia de reconhecimento facial traz resultados impressionantes e já está muito presente no dia a dia dos brasileiros. De acordo com a Agência Brasil, em 2019, ao menos 37 cidades já fazem o uso de tecnologias deste tipo nas ruas. Isso sem contar a quantidade de projetos da iniciativa privada, que ainda não possuem estatísticas reunidas.

Mas, com o boom das tecnologias no mercado de segurança, já se pode imaginar que ações neste sentido não faltam. A título de exemplo, em 2018, este mercado bilionário faturou cerca de R$ 6,52 bilhões (Revista Exame).

Entenda esta tecnologia

Os equipamentos da Digifort, empresa destaque em soluções de reconhecimento facial, operam a partir do módulo Digifort Face Recognition, uma parceria mundial entre a Digifort e a empresa americana RealNetworks. Este módulo entrega reconhecimento facial medido e certificado pelo MIT da Universidade de Massachusetts com um índice 99,86% de precisão.

Além disso, o sistema está conferido pelo NIST, órgão nos EUA responsável pelos testes e aprovação de softwares desse gênero FRVT (Facial Recognition Vendor Test), garantindo seu alto desempenho e consequentemente dando maior credibilidade ao produto, além de estar totalmente aderente a legislação de privacidade e proteção de dados como a LGPD no Brasil e a GDPR na Europa.

É possível fazer comparativo do rosto encontrado com os cadastros do banco de dados, determinar idade aproximada (margem de erro de 3 anos para mais ou menos), precisar gênero, e até sentimentos expressados como tristeza, nervosismo, neutralidade ou felicidade. Além dos algoritmos de detecção e classificação, é possível configurar os equipamentos para tomarem determinadas medidas. O usuário pode ser incluído em lista de permissão; restrição; observação, com acesso, mas que deve ser acompanhado pela câmera e uma lista de não cadastrados.

Tudo isso é integrado ao sistema de alarmes, para que caso seja detectada uma face suspeita, pode-se acionar avisos sonoros na sala de operações, trazer a imagem da pessoa, enviar um e-mail, bloquear catracas, entre outras possibilidades.


 

“Nosso próximo passo é tornar a tecnologia ainda mais acessível ao nosso público. Pretendemos expandir projetos através de nossos 14 escritórios instalados em todos os continentes, onde já atendemos clientes em 138 países e em 18 idiomas com nosso software de monitoramento”, projeta Carlos Eduardo Bonilha, presidente da Digifort.


Os cinco mitos e verdades

Conheça, agora, os cinco mitos e verdades mais comuns sobre as tecnologias de reconhecimento facial. O presidente da Digifort, Carlos Eduardo Bonilha, é quem explica cada situação abaixo:

1- O reconhecimento é útil apenas para identificar malfeitores – MITO

“Todos os segmentos da sociedade podem se beneficiar dessa tecnologia e de suas diferentes aplicações. Hoje já temos o produto instalados em cidades, presídios, escolas, residências, hospitais, empresas portuárias e outros. Existem várias aplicações. Em uma escola, por exemplo, um banco de dados desse tipo pode dizer com exatidão quantos alunos estão presentes, quantas refeições devem ser providenciadas, tempo de permanência no ambiente, horário de entrada e saída, faltas etc. Nesse mesmo exemplo, é muito útil para indústrias também”, responde Bonilha.

2- O reconhecimento facial auxilia em ações de marketing e atendimento – VERDADE

“O sistema da Digifort possui diversos tipos de pesquisas e relatórios, permitindo melhor análise dos fatos. Pode identificar clientes VIPs, garantindo que o convidado receba assim um tratamento diferenciado, o que é ótimo para equipes de atendimento. O marketing pode ter informações como quantidade de homens e mulheres que frequentam o ambiente e quais são as emoções que esses visitantes mais expressam”.

3- É muito caro e requer investimentos iniciais altíssimos – MITO

Os investimentos não são tão altos como se imagina, até porque, nos últimos anos, essa tecnologia se modernizou muito e os custos caíram vertiginosamente. As vezes esses investimentos se tornam caros devido a necessidade de se cadastrar muitas faces no banco de dados e a grande maioria dos fabricantes existentes cobra esses cadastramentos. A Digifort optou por cobrar somente a licença da câmera e não o cadastramento das faces, permitindo ao cliente cadastrar um número ilimitado de rostos sem se preocupar com custos adicionais. Outro ponto fundamental é o requerimento de hardware que, em algumas ocasiões, pode encarecer o projeto. No caso de SAFR, e pelo fato que foi concebido mobile first, apresenta uma vantagem gigante já que precisa apenas de um quarto do hardware do que outros concorrentes, quando falamos de projetos a partir de 100 câmeras”, explica Carlos Eduardo Bonilha.



4- Não é possível medir a confiabilidade dos softwares de reconhecimento – MITO

“Nosso sistema está cadastrado no Nist, órgão nos EUA responsável pelos testes e aprovação de softwares desse gênero, garantindo seu funcionamento e consequentemente dando maior credibilidade ao produto. Se você quer um sistema de qualidade garantida, deve consultar esse órgão para checar se ele se encontra testado e aprovado. Caso contrário, sua credibilidade poderá estar em jogo”, alerta.

5- A tecnologia começou como um braço do controle de acesso – VERDADE

“A grande maioria foi desenvolvida para sistemas internos de controle de acesso e posteriormente adaptadas para áreas públicas externas. Inicialmente era utilizada, por exemplo, para que o usuário sorrisse para abrir uma porta, sendo essa sua credencial. Hoje, com o desenvolvimento, é tudo muito mais seguro e profundo, baseado em redes neurais e deep learning, por exemplo”.

Reconhecimento em ação

A cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo, sempre investiu em tecnologia na área de segurança pública. Em 2019, foi a vez do reconhecimento facial entrar para o rol dos amparos tecnológicos. Mais de 2 mil câmeras foram instaladas em praças, túneis, orla e áreas internas, objetivando  a detecção de suspeitos que transitam nesses ambientes.

Com esse recurso aliado à atuação das forças de segurança, Praia Grande chegou a reduzir a criminalidade em mais de 80% nas áreas monitoradas e praticamente zerar as invasões em prédios públicos.

“Os números são significativos, mas isso é graças a conscientização que o Prefeito tem em relação as tecnologias voltadas a segurança. Sempre que há uma novidade tecnológica no mercado, eles passam a estudá-la e, após viabilidade técnica e financeira, promovem sua implantação. Foi o caso em 2019 com relação a Reconhecimento Facial, que hoje possui uma tecnologia americana, aferida pelo NIST, muito mais segura, rápida e precisa”, comenta Carlos Eduardo Bonilha, presidente da Digifort. Leia a revista
Laura Quariguazy, 11.DEZEMBRO.2019 | Postado em Segurança

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