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INPI deve utilizar inteligência artificial para agilizar análise de patentes



O INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) anunciou no dia 27, durante o XXXIX Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, uma cooperação com o CAS (Chemical Abstracts Service, uma divisão da Sociedade Americana de Química) para dar mais celeridade ao processo de busca e exame de patentes industriais no Brasil, através do uso da inteligência artificial.

Através do uso da inteligência artificial, o CAS fornecerá sua tecnologia proprietária e expertise na curadoria e na organização científica de dados para apoiar o INPI na otimização do processo de exame de patentes.
 

Números


Atualmente, cerca de 30 mil pedidos de patentes são depositados no Brasil todos os anos, mas a capacidade de análise e aprovação não acompanha o ritmo crescente de pedidos, resultando em um acúmulo de pedidos a serem analisados ou backlog com impactos na competitividade global do Brasil frente a outros países. Como referência, apenas nos Estados Unidos são depositados, anualmente, mais de 600 mil pedidos de patente e na Europa, 180 mil.
 

A diretora de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados do INPI, Liane Lage, foi uma das apresentadoras no painel. Lage reforçou as ações do INPI no combate ao backlog de patentes, cuja meta é eliminar o volume em 80% até 2021.


"Nosso acordo de cooperação com o CAS vai na direção do desenvolvimento de ferramentas que se baseiam no banco de dados indexados do CAS. Com isso, o INPI dará celeridade aos processos de busca de anterioridades, bem como determinará o grau de similaridade dos pedidos de patente na área da química, que abrange indústrias como a farmacêutica, de óleo e gás, além da própria indústria química, entre outras", ressaltou a diretora do INPI.
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